Nas nuvens

me deixei atravessar pela leveza. ela varreu os pensamentos reticentes espalhados pela casa. abriu a janela, embora o vidro, que me impedia de sentir o vento, sentir a chuva, sentir. assim, de uma hora para outra, as formas foram se fazendo nos meus olhos, e o movimento foi me levando para longe.

como se vestisse algodão-doce soprado descuidadamente…

a leveza pode sufocar, às vezes.

Publicado por fe kurebayashi

alquimista de sabores e das palavras.... selvagem como toda mulher deve ser!

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