Eu escrevo…

Eu escrevo porque preciso, como se respirasse, como se comesse, como se sonhasse… Escrevo porque não tenho escolhas. As palavras sobrevêm como se as comportas estivessem abertas e o gerador funcionando. A energia descontrolada. O olhar perdido. Escrevo porque o sangue. Escrevo, enfim, para nada.

Publicado por fe kurebayashi

alquimista de sabores e das palavras.... selvagem como toda mulher deve ser!

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